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Um dos pontos fortes da Mappa é a sua usabilidade. Fácil de operar, gerenciar projetos e solicitar um novo processamento de imagens de drones, a Mappa foi desenvolvida tanto para profissionais autônomos prestadores de serviço de mapeamento quanto para grandes empresas.

Neste post abordaremos como criar um mapa a partir das imagens do seu drone e os tipos de processamentos de imagens disponíveis na plataforma.

Caso você prefira assistir esse guia, basta clicar no play do vídeo abaixo!

Como é feito um processamento de imagens de drone?

O processamento de imagens na plataforma Mappa é o resultado da combinação de várias fotos, capturadas por um drone.

Com um bom planejamento pré-voo, é respeitada uma sobreposição de no mínimo 70% entre as imagens, possibilitando ao algoritmo da plataforma identificar pontos comuns nessas imagens, que servirão como “amarra” para o mapa final. 

Essas imagens sequenciais do voo serão processadas pela Mappa, gerando um ortomosaico, um mapa georreferenciado de alta resolução e outros produtos brutos de um processamento.

Como solicitar um novo processamento de imagens de drone na Mappa

Na tela inicial da plataforma, o dashboard, procure pelo ícone “+” no canto esquerdo superior, junto aos demais menus – este é o botão do “Novo processamento”.

Você será direcionado para uma nova tela, onde fará as configurações iniciais, dando nome ao seu processamento e alocando ele em um projeto – uma pasta que agrupa processamentos. O objetivo aqui é gestão de projetos: agrupe processamentos de uma mesma área para poder compará-los entre si. Uma dica é manter nomes e pastas organizadas para os seus serviços, assim é mais fácil encontrar projetos antigos depois.

Ainda nessa primeira parte, você terá duas opções:

  1. processar imagens do seu drone;
  2. upar um ortomosaico já processado.
primeiro passo para solicitar um novo processamento de imagens de drone na plataforma mappa

A diferença aqui é muito simples: no primeiro caminho, você fará o upload das imagens obtidas no voo com o seu drone, para então, serem processadas na Mappa.

No segundo caso, você já processou o seu ortomosaico offline, em softwares específicos, e somente fará o upload dele para solicitar análises agronômicas na plataforma ou utilizar a Mappa como ferramenta de gestão de projetos.

Neste post, abordaremos apenas o primeiro caso, onde é feito o processamento na Mappa.

Caso você já faça processamentos offline, recomendamos a leitura deste post: 5 vantagens de processar mapas em nuvem.

Configurações do processamento

Ao criar um novo projeto de processamento de imagens de drone na Mappa, será necessário configurá-lo de acordo com alguns parâmetros. São eles:

Tipo de câmera

O primeiro deles é o tipo de sensor da câmera utilizada – RGB ou multiespectral. Cada sensor entregará diferentes resultados. Entenda as diferenças entre as câmeras RGB e Multiespectral.

Tipo de processamento

Caso você selecione o sensor multiespectral, somente um tipo de processamento estará liberado, que é o agrícola.

Se você utilizou uma câmera RGB, terá que escolher dentre algumas opções:

  • Padrão: utilizado na maioria dos casos e em áreas urbanas; Produtos Gerados: Ortomosaico, Modelo Digital de Terreno, Modelo Digital de Superfície, Curvas de nível, nuvem de pontos e modelo 3D.
  • Agrícola: utilizado para áreas homogêneas, como plantações; Produtos gerados: Ortomosaico, Modelo Digital de Terreno, Modelo Digital de Superfície, Curvas de nível, nuvem de pontos, modelo 3D e os índices VARI e IFV.
  • Topográfico: para quem busca resultados com precisão altimétrica; Produtos gerados: Ortomosaico, Modelo Digital de Terreno, Modelo Digital de Superfície, Curvas de nível, nuvem de pontos e modelo 3D.
  • Silvicultura: voltado para regiões homogêneas de culturas com plantas altas, como pinus e eucalipto, por exemplo. Produtos gerados: Ortomosaico, Modelo Digital de Terreno, Modelo Digital de Superfície, Curvas de nível, nuvem de pontos, modelo 3D e os índices VARI e IFV.

Entenda como o trabalho com drones está revolucionando a topografia.

Soluções ágeis para mapear sem erros.

Log de voo

Este ponto é importante para a identificação do tagueamento geográfico das imagens – drones possuem diferentes formas de aplicar a geotag de acordo com o seu fabricante ou pela tecnologia utilizada.

  1. Fotos georreferenciadas: selecione essa opção caso já tenha coordenadas geográficas inseridas nas propriedades das suas imagens – drones multirotores e asa fixa em geral utilizam esse parâmetro;
  2. Log de voo Horus: caso você tenha voado com um VANT da Horus Aeronaves, utilize o log de voo retirado da aeronave Horus (arquivo .log gerado no Planejador de Missões a partir do arquivo .bin);
  3. Log de voo Horus com RTK/PPKpara drones que utilizam a tecnologia RTK/PPK deve ser inserido um arquivo .txt com as coordenadas geográficas. A formatação correta dessas coordenadas se dá na seguinte ordem: latitude, longitude e altitude, com valores separados por aspas (“ “) e espaçamento único entre as coordenadas.

Por fim, você deve selecionar ou não a última opção das configurações do projeto de processamento – o uso ou não de Pontos de Controle neste mapa.

Essa opção só é habilitada para usuários com assinatura Business ou Enterprise.

Leia também – Pontos de Controle: como, quando e por que usar

Se você não utilizou Pontos de Controle, basta não selecionar a opção e seguir normalmente.

Caso você tenha utilizado, upe o arquivo .txt, respectivamente com as coordenadas em UTM (Zona, Leste, Norte e Altitude). O separador de casa decimal deve ser o “.” (ponto). Exemplo de coordenadas UTM: Zona 23, N 8.569.300, E 645.750 e H 122.123 m.

Upando imagens

Depois de configurar o seu processamento, basta clicar em PRÓXIMO e avançar para a etapa seguinte.

Neste ponto, você terá que selecionar as imagens do seu drone para realizar o upload. A dica aqui é organizar os seus arquivos em uma pasta no computador, não upando diretamente do cartão de memória do drone. Não renomeie os arquivos para não correr o risco de tirá-los de ordem.

Vale ressaltar que a velocidade dessa etapa depende unicamente da taxa de upload da sua internet. Caso o sinal caia, basta recomeçar o envio – mas não se assuste: a Mappa identifica imagens que já foram upadas e irá pular para o próximo arquivo.

tela de upload de um novo processamento de imagens na mappa

Pronto!

Agora basta aguardar o resultado na sua conta da Mappa. O tempo de processamento depende do número de imagens.

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