MAPPA
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Não há como fugir, os ganhos com o uso da tecnologia são reais e metrificados, com economias de 50% ou mais na aplicação em taxa variável de insumos e mais de R$300,00 por hectare, por exemplo.

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, utilizar satélite ou drone não necessariamente exclui o outro da jogada – é possível integrar os dois recursos, imagens de satélite e mapas de drones, no monitoramento agrícola.

Hoje vamos entender isso.

Como utilizar imagens de satélite na agricultura?

As imagens de satélite são utilizadas na agricultura de precisão, com o objetivo de acompanhar o desenvolvimento da lavourae possíveis problemas como falhas de plantio, estresse hídrico, presença de nematóides e para obter mapas NDVI. Elas são obtidas através de satélites que orbitam a Terra e captam imagens periódicas de uma área a desejar, adquiridas através de empresas que prestam esse serviço.

Imagens de satélite na agricultura – vantagens e desvantagens

Assim como as demais tecnologias voltadas para o mundo agro, as imagens de satélite trazem vantagens competitivas ao produtor. São elas:

  • Acompanhamento periódico do plantio;
  • Uso de dados para a tomada de decisão no manejo;
  • Identificação de problemas comuns na lavoura;
  • Facilidade em monitorar áreas muito grandes.

No entanto, existem algumas limitações naturais e tecnológicas no uso de imagens de satélites na agricultura:

  • As condições climáticas podem prejudicar a captação da imagem, como em dias nublados ou chuvosos, em que não consegue-se obter a imagem da lavoura;
  • A periodicidade de atualização do satélite é alta, não permitindo um acompanhamento dos dados em um curto período de tempo;
  • Precisão geográfica pode estar errada por metros;
  • Baixa resolução impede análises visuais detalhadas;
  • Pouca autonomia em relação à obtenção das imagens por parte do produtor.

Comparando dois mapas de NDVI gerados com satélite e drone, fica muito perceptível a diferença de qualidade visual, como no exemplo abaixo:

Fonte: Agrosmart
                                                                                                          Imagem de satélite disponibilizada pela Agrosmart
                                                                                                         NDVI feito com drone na Mappa

Sem pontos fracos – integre imagens de drones e de satélites na agricultura

Aliando pontos fortes e sendo uma tecnologia a somar, para aqueles que já utilizam imagens de satélite para monitorar a sua propriedade, o mapeamento com drones é uma forma de suprir os pontos fracos do uso de imagens de satélite listados acima.

Veja bem.

Autonomia e agilidade do responsável pela área: com o total controle do produtor ou técnico responsável quanto a quando e onde voar, temos uma primeira vantagem em relação à alta periodicidade dos satélites, afinal, os drones voam abaixo das nuvens e só não são capazes de voar em dias chuvosos.

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Outro ponto é a agilidade do drone em realizar o serviço – no caso de áreas muito grandes, é possível obter primeiro a imagem de satélite, identificar pontos de interesse e então voar com o drone em pontos específicos da lavoura.

Qualidade visual: no quesito qualidade, os mapas de drones possuem uma resolução muito superior às imagens de satélite, sendo capazes de atingir um GSD centimétrico, permitindo a visualização fiel da área de interesse para inspeções visuais de erosão do solo, de falhas de plantio ou de presença de nematóides e ervas daninhas.

Veja no exemplo abaixo duas imagens, de satélite e o mapa gerado com o drone, lado a lado:

Integração com maquinário: os mapas de drones para agricultura, de acordo com seu objetivo, podem ser integrados com outros elementos do maquinário da propriedade, como tratores e colheitadeiras. Isso porque os mapas de drones, quando feitos com o apoio de Pontos de Controle ou tecnologia PPK embarcada, atingem níveis de precisão e acurácia centimétricos.

Dessa forma, é possível realizar, por exemplo, o plantio e colheita em linha na produção de cana-de-açúcar – o que seria inviável com imagens de satélite, devido aos erros de posicionamento geográfico. Outro bom exemplo é a aplicação em taxa variável, que pode ser feita através de mapas gerados com drone.

Conclusão

Se você busca dados mais precisos, maior autonomia para trabalhar, capacidade de identificar pontos críticos in loco e acompanhar o desenvolvimento do plantio mais frequentemente – os drones são a escolha certa para você.

No entanto, adotar os drones como recurso para o monitoramento da sua lavoura não exclui o acompanhamento via satélite e vice-versa.

É possível integrar as duas tecnologias para extrair um resultado ainda mais positivo na sua propriedade.

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